Pessoal!
Na última reunião administrativa, conforme sugestão feita pela Jana, foi aprovada a retomada de nosso grupo de estudos. Nesse sentido, gostaria de propor a vocês que formássemos um grupo para estudar a magnum opus do velhinho, O Capital. Algumas pessoas já manifestaram interesse na idéia.
O que vocês acham? Peço que aqueles que tem interesse em participar mandem um e-mail manifestando-se, para que possamos planejar essa empreitada de forma viável e interessante para todos.
Não esqueçam que assiduidade e leitura serão indispensáveis para que o grupo funcione. Por isso, primeiramente pensem bem se terão possibilidade de dedicar, por bimestre, algumas horas para leitura e algo entre duas e quatro horas para reunião do grupo.
O convite, é claro, é extensivo a qualquer pessoa com interesse no assunto, mesmo que não faça parte do GT.
esperamos por vocês. abraços!
jaime
Pessoal, encaminho relato do debate com o Gilberto:
Doze pessoas compareceram à atividade, algumas que não conheciam o grupo e outras que já haviam participado de atividades anteriores promovidas pelo GT. Seis pessoas ingressaram no grupo: Lucas Petry Bender (graduando em História, FEEVALE), Carla Berto (doutoranda em História, USP), Ruy Guimarães (professor de História, Rede Pública), Anderson Vargas Torres (graduando em História, UFRGS) e Maitê Peixoto (mestranda em História, PUCRS), além do próprio Gilberto Jordan (professor de História Contemporânea).
Achei o debate muito bom. Como temos feito costumeiramente, a atividade foi iniciada (às 14h10) com uma explanação básica do tema feita pelo convidado, após os presentes terem se apresentado. Gilberto elaborou uma interessante síntese histórica das crises do capitalismo no século 20 e neste início do 21, apresentando uma série de aspectos fundamentais para a compreensão do momento atual. Isso possibilitou, em uma segunda parte da fala, uma reflexão acerca da pertinência da tradição marxista (obviamente consideradas suas várias correntes), bem como sobre a fragilidade teórica da tese da “crise do marxismo”, tão propalada na década de 1990, especialmente. Ao mesmo tempo, foi oportunidade para refletir sobre a situação atual da maioria dos partidos de esquerda (não só no Brasil), que foram pouco a pouco abandonando históricas bandeiras de luta e convergindo no sentido de um projeto reformista, ressalvadas as várias diferenças entre partidos, entre países e entre regiões.
Após a apresentação, iniciou-se o debate, com boa participação do pessoal e seguindo o padrão de diálogo informal e aberto que temos adotado desde o início dos Debates. A atividade terminou às 16h15. Foi muito bacana.
abraços a todos e a todas,
jaime